quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Apenas um Amigo

Foi você que chegou em minha vida, derrepente, sem dizer nada, me observando com os olhos castanho-esverdeados, que eu não verei durante todas as minhas manhãs, enquanto fumo meu cigarro sagrado das 9:00.

Foi você que me ensinou tanta coisa nesse mundo novo que eu me inceri por vontade própia, primeira balada, primeiro a saber sobre minha escolha, primeiro a me contar os seus sentimentos, primeiro em quase tudo em todo esse curto tempo que passamos juntos.

Meu amigo, onde eu podia dar um abraço sem receios, sem medo de ser repreendido, sem medo de me entregar, e você que não teve medo de deixar as suas lágrimas cairem em meu ombro em um momento tão difícil que você passou no inicio do ano.

Você que tem a capacidade de me irritar somente com o olhar de deboche que só você possui, e o qual eu tanto odeio, mas agora eu vou sentir falta.

Tantas conversas, tantas risadas, quanta coisa em menos de 2 anos, onde eu vi o garoto crescer, eu vi a sua entrada no tribunal e a sua saída, e eu que desejava que saíssemos juntos. Esse desejo vinha do meu subconsciente, mas era muito sincero.

Bruno, você não foi apenas um amigo que apareceu em minha vida, você foi uma pérola que o mar me trouxe e eu peguei com todas as minhas forças e não largarei nunca em minha vida. Você me deixou uma tatuagem tão forte em minha alma que nunca sairá das minhas memórias.

Bru, sentirei sua falta constantemente durante esse dias, mas o contado nunca acabará, pois isso é uma coisa que eu não quero que aconteça.

Bruno Eduardo da Silva, meu amigo que eu adoro, que infelizmente teve uma saída do palco da minha vida um pouco inesperada, mas sempre vai ficar em meu coração, como uma pessoa querida, divertida, meiga, constante, profunda e sensível ao extremo em seus sentimentos.

Brun-brun sentirei sua falta, muito mesmo, meu amigo valioso.

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